Edu Simões (São Paulo, 1956) iniciou sua carreira como fotojornalista em 1976. Três anos mais tarde tornou-se um dos membros fundadores da agência F4, na qual permaneceu até 1982, ano em que passou a integrar a equipe da revista IstoÉ como editor-assistente de fotografia. Em 1988, começou a atuar como autônomo e foi editor de fotografia da revista Goodyear, na qual esteve até 1992. Deu início à série de ensaios fotográficos dos Cadernos de Literatura Brasileira, do Instituto Moreira Salles, em 1996. No ano seguinte, tornou-se editor de fotografia das revistas Bravo e República Seu trabalho Gastronomia para um dia de trabalho duro foi exibido em 2011 no FotoRio e na Maison Europeéenne de la Photographie, em Paris. Foi contemplado com o Prêmio Marc Ferrez de Fotografa fia 2012, Vladmir Herzog de Direitos Humanos, em 1980, Suas obras integram os acervos da Coleção Pirelli/MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), do MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo), da Pinacoteca do Estado de São Paulo, do MIS-SP (Museu da Imagem e do Som de São Paulo), do MAB-Faap (Museu de Arte Brasileira), da Coleção Mastercard/Brasil, da coleção do Centro de La Imagem de México e da Maison Europeéenne de la Photographie. Em 2012 publicou o livro Amazônia pela editora Terra Virgem. Em junho de 2013 apresenta o trabalho Eu Tenho Um Sonho, exposição à céu aberto na Favela da Rocinha.


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Edu Simões (São Paulo, 1956) started his career as a photojournalist, in 1976. Three years later he became one of the founding members of photo agency F4, where he remained until 1982, when he joined the team at IstoÉ magazine as assistant photo editor. In 1988, he began to work freelance and was photo editor at Goodyear magazine, where he remained until 1992. He published a series of photographic essays in the Cadernos de literatura brasileira (Notebooks of Brazilian Literature) at the Instituto Moreira Salles, in 1996. The following year, he became photo editor of the magazines Bravo and República. His project Gastronomia para um dia de trabalho duro (Gastronomy for a hard day’s work) was exhibited in 2011 at the FotoRio Festival and in the Maison Européenne de la Photographie, in Paris. He was awarded the Vladimir Herzog Prize for Human Rights, in 1980, the Aberje Photography Prize, in 1989, and the Abril Photo Essay Prize, in 1995. His work forms part of the collections of the Pirelli/ São Paulo Assis Chateaubriand Museum of Art (Masp), São Paulo’s Modern Art Museum (MAM-SP), the São Paulo Pinacoteca do Estado Museum, the Sao Paulo Museum of Image and Sound (MIS), the Museum of Brazilian Art (MAB-Faap), the Centro de La Imagem de México and the Maison Européenne de la Photographie. In 2012 he published the book AMAZON. In June of 2013 presents the work I HAVE A DREAM, open air photography exhibition in Favela da Rocinha, Rio de Janeiro - Brazil 

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